Qual o preço do gás de cozinha
Em Campo Grande, o preço do gás de cozinha (botijão P13) varia conforme a região, a distribuidora e a forma de pagamento, mas costuma ficar entre R$ 110 e R$ 140 na maioria dos bairros. Famílias cadastradas no programa Gás do Povo pagam ainda menos — em muitos casos, recebem o botijão gratuitamente ou com desconto integral. Para saber o valor atualizado na sua rua, o caminho mais rápido é consultar diretamente uma revenda autorizada, já que tabelas online raramente refletem o preço real do dia.
Vários fatores influenciam quanto você vai pagar: a marca do gás (revendas autorizadas Ultragaz, por exemplo, seguem padrões de qualidade e lacre com nota fiscal), a distância da entrega, a forma de pagamento (Pix, cartão ou dinheiro na entrega podem ter condições diferentes) e até o horário do pedido. Vale também comparar o custo-benefício: um botijão lacrado, com peso correto e nota fiscal, evita o risco de levar gás adulterado ou com menos quilos do que o anunciado.
A seguir, você confere uma faixa de preços atualizada para Campo Grande, como funciona o desconto do Gás do Povo, as diferenças entre P13, P20 e P45, e o que observar antes de fechar o pedido para garantir segurança e economia.
Qual o Preço do Gás de Cozinha Hoje? (Botijão 13 kg Atualizado 2025)
Saber qual o preço do gás de cozinha está entre as consultas mais frequentes dos brasileiros mês a mês — e há motivo de sobra para isso. O botijão P13, aquele de 13 kg presente na quase totalidade das cozinhas do país, compromete uma fatia considerável do orçamento doméstico, sobretudo nas classes C, D e E. Em 2025, o valor médio nacional do P13 oscila entre R$ 100 e R$ 145, conforme a região, a distribuidora e o canal de compra.
Essa amplitude existe porque o valor cobrado ao consumidor não é definido pelo governo federal — ao contrário do que muitos imaginam. A Petrobras estabelece o preço de saída da refinaria, mas cada elo seguinte da cadeia (distribuidora, revendedor e frete) acrescenta sua margem, gerando diferenças expressivas até dentro de uma mesma cidade. Em Campo Grande/MS, por exemplo, o P13 é encontrado a partir de R$ 105 em revendas autorizadas como a Mosko Gás, enquanto estabelecimentos sem credenciamento ou com estrutura logística precária podem cobrar acima de R$ 130 pelo mesmo produto.
Compreender qual o tipo de gás de cozinha que você utiliza e como seu preço é formado é o ponto de partida para não desembolsar mais do que o necessário. Ao longo deste artigo, você encontrará a tabela de valores por estado, o histórico de reajustes, os programas de subsídio vigentes, ferramentas de comparação e um guia completo sobre os diferentes tamanhos de botijão disponíveis no mercado.
Preço Médio do Gás de Cozinha por Estado e Capital
Tabela de Preços Mínimo, Médio e Máximo nas Principais Cidades
Os valores abaixo foram compilados a partir de pesquisas do PROCON, da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) e de levantamentos de entidades de defesa do consumidor. As referências dizem respeito ao botijão P13 (13 kg) e foram atualizadas para o primeiro semestre de 2025. Pequenas variações podem ocorrer conforme o momento da consulta.
- São Paulo/SP: mínimo R$ 105 — médio R$ 120 — máximo R$ 148
- Rio de Janeiro/RJ: mínimo R$ 108 — médio R$ 125 — máximo R$ 155
- Belo Horizonte/MG: mínimo R$ 100 — médio R$ 115 — máximo R$ 140
- Salvador/BA: mínimo R$ 110 — médio R$ 128 — máximo R$ 158
- Fortaleza/CE: mínimo R$ 108 — médio R$ 122 — máximo R$ 150
- Manaus/AM: mínimo R$ 118 — médio R$ 138 — máximo R$ 165
- Porto Alegre/RS: mínimo R$ 102 — médio R$ 118 — máximo R$ 142
- Campo Grande/MS: mínimo R$ 105 — médio R$ 118 — máximo R$ 135
- Cuiabá/MT: mínimo R$ 110 — médio R$ 125 — máximo R$ 148
- Belém/PA: mínimo R$ 112 — médio R$ 130 — máximo R$ 160
Norte e Nordeste registram sistematicamente os maiores patamares médios do país. Os principais fatores são a distância das refinarias e bases de distribuição, o custo logístico elevado e a menor concorrência entre distribuidoras em municípios do interior. Nas capitais do Sul e Sudeste, a maior densidade de revendas e a proximidade com centros de refino e armazenamento favorecem preços mais competitivos.
Por Que o Preço Varia Até R$ 50 Entre Revendas na Mesma Cidade?
Uma diferença de até R$ 50 no valor do botijão dentro de uma mesma cidade não é acaso nem equívoco — ela reflete disparidades estruturais e comerciais entre os agentes de revenda. Os principais fatores que explicam esse cenário são:
- Custo logístico: revendas que operam com frota própria de motos e veículos diluem melhor o custo de entrega, ao passo que as que terceirizam o transporte tendem a repassar essa despesa ao consumidor.
- Volume de compra: distribuidoras que adquirem grandes lotes da Ultragaz, Copagaz, Liquigás ou outras marcas negociam condições mais vantajosas na origem e podem transferir parte desse ganho ao cliente final.
- Credenciamento e regularidade fiscal: revendas autorizadas que emitem nota fiscal arcam com custos tributários maiores, mas garantem produto lacrado e com procedência. Estabelecimentos irregulares podem cobrar menos, porém o risco ao consumidor é real.
- Localização e bairro atendido: em regiões mais afastadas do centro ou de acesso difícil, o frete eleva o valor final.
- Concorrência local: onde há poucos revendedores, os preços tendem a ser mais altos pela ausência de pressão competitiva.
- Política comercial da marca: revendas Ultragaz, por exemplo, seguem diretrizes que incluem padrões de qualidade e rastreabilidade, o que pode influenciar ligeiramente o posicionamento de preço.
Por isso, ao pesquisar o valor do gás, não leve em conta apenas o número anunciado. Verifique se a entrega está inclusa, se o botijão chega lacrado, se há emissão de nota fiscal e qual é o prazo estimado. Uma revenda que cobra R$ 5 a mais, mas entrega em 30 minutos com produto lacrado e comprovante fiscal, costuma ser a escolha mais segura.
Preço Oficial do GLP na Refinaria (Petrobras) vs. Preço Final ao Consumidor
Como é Formado o Preço do Botijão: Refinaria, Distribuidora e Revendedor
Para entender como é produzido o gás de cozinha e por que ele chega ao valor que chega na sua porta, é preciso conhecer a cadeia de formação de preços do GLP (Gás Liquefeito de Petróleo). Esse processo envolve ao menos quatro etapas distintas:
- Preço na refinaria (Petrobras): a Petrobras define o valor de venda do GLP a granel para as distribuidoras nacionais. Esse montante é chamado de preço ex-refinaria e divulgado periodicamente. Em 2025, a média do GLP ex-refinaria para o P13 ficou na faixa de R$ 33 a R$ 38 por botijão, conforme a cotação do petróleo e o câmbio.
- Distribuidora nacional: empresas como Ultragaz, Copagaz, Liquigás (Vibra Energia) e outras adquirem o GLP a granel da Petrobras ou de importadores, enchem os botijões em suas bases de envase, acrescentam sua margem de distribuição e revendem aos revendedores locais. Nessa etapa, o valor já sobe consideravelmente, incorporando custo de envase, logística, ICMS e margem comercial.
- Revendedor (distribuidora local): é o elo que compra os botijões cheios das distribuidoras nacionais e os comercializa ao consumidor final. Aqui entram os custos de frete local, estrutura operacional, mão de obra e margem de lucro do revendedor.
- Consumidor final: o montante pago é a soma de todos os elos anteriores, acrescida de tributos estaduais (ICMS) que variam de estado para estado.
Essa estrutura explica por que, mesmo quando a Petrobras não promove reajuste na refinaria, o valor final ao consumidor pode subir — basta que o ICMS aumente, que o frete encareça ou que a distribuidora nacional ajuste sua margem.
Impostos e Margens que Compõem o Valor Final do Gás
A composição tributária do botijão de gás é complexa e representa uma parcela expressiva do preço cobrado ao consumidor. Os principais componentes são:
- ICMS: o imposto de maior impacto no valor final. As alíquotas variam por estado — em alguns, como Goiás e Mato Grosso do Sul, há alíquotas diferenciadas para o GLP de uso residencial. O ICMS pode representar entre 12% e 25% do total dependendo da unidade federativa.
- PIS/COFINS: tributos federais incidentes sobre a cadeia de produção e distribuição. Para o GLP residencial, há regimes de tributação monofásica que concentram a cobrança na refinaria.
- CIDE: a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incide sobre combustíveis, incluindo o GLP, mas com alíquota zerada para o gás de cozinha desde 2001 — uma política de subsídio implícito mantida por governos sucessivos.
- Margem da distribuidora nacional: varia entre R$ 20 e R$ 35 por botijão P13, dependendo da marca e da região.
- Margem do revendedor local: tipicamente entre R$ 10 e R$ 25 por botijão, conforme os custos operacionais e o nível de concorrência.
- Frete e logística: pode representar de R$ 3 a R$ 15 por botijão, dependendo da distância entre a base de envase e o ponto de entrega.
Somando todos esses componentes, fica evidente que o preço ex-refinaria (em torno de R$ 35) praticamente dobra até chegar ao consumidor final, que desembolsa entre R$ 105 e R$ 145. Isso não significa necessariamente abuso em toda a cadeia — os custos logísticos e tributários no Brasil são estruturalmente elevados.
Histórico de Reajustes do Gás de Cozinha em 2024 e 2025
Linha do Tempo dos Últimos Reajustes e Impacto no Bolso do Consumidor
O valor do gás de cozinha passou por uma série de oscilações nos últimos anos. A seguir, os principais movimentos de preço na refinaria que afetaram o consumidor final:
- Janeiro de 2024: a Petrobras manteve o GLP estável, seguindo a política implementada em 2023 que desvinculou parcialmente as cotações domésticas da paridade de importação (PPI). O P13 ficou na faixa de R$ 100 a R$ 120 nas principais capitais.
- Março de 2024: reajuste de aproximadamente 4,8% no preço ex-refinaria do GLP, motivado pela alta do petróleo no mercado internacional e pela desvalorização cambial do real. O impacto médio ao consumidor foi de R$ 4 a R$ 6 por botijão.
- Agosto de 2024: nova alta, desta vez de 3,2%, pressionada pela depreciação do real frente ao dólar. Algumas regiões registraram médias acima de R$ 130 pela primeira vez desde 2022.
- Novembro de 2024: redução de 2,1% no preço ex-refinaria, acompanhando queda temporária do barril de petróleo. O alívio ao consumidor foi parcial, pois nem todos os revendedores repassaram a diminuição integralmente.
- Fevereiro de 2025: alta de 5,3% no GLP na refinaria, o maior reajuste em 12 meses, impulsionado pela valorização do dólar e pela retomada do alinhamento ao mercado internacional. O P13 voltou a superar R$ 120 na média nacional.
- Maio de 2025: estabilidade relativa, com variações de até 1,5% para cima ou para baixo dependendo da região, sem reajuste formal pela Petrobras.
No acumulado de 2024 a meados de 2025, o botijão P13 ficou cerca de 11% a 14% mais caro na média nacional — um aumento que pesa especialmente no orçamento das famílias de menor renda, que destinam uma proporção maior de seus ganhos ao gás de cozinha.
Gás de Cozinha vs. Inflação: Quanto o Preço Subiu Acima do IPCA?
O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), principal termômetro oficial da inflação brasileira, fechou 2024 em torno de 4,8%. No mesmo período, o preço médio do P13 subiu aproximadamente 8,5% — quase o dobro da inflação geral. Isso significa que o gás de cozinha encareceu em termos reais, corroendo o poder de compra das famílias.
Em uma perspectiva mais ampla, desde 2019 o P13 acumula alta superior a 100% em termos nominais, enquanto o IPCA acumulou cerca de 35% a 40% no mesmo intervalo. A defasagem é expressiva e tem alimentado pressões políticas por controle de valores e ampliação dos programas de subsídio. Para quem busca como economizar gás de cozinha no cotidiano, adotar boas práticas de uso é uma forma concreta de amenizar o impacto desses reajustes nas finanças domésticas.
Programas do Governo para Conter o Preço do Gás (Vale-Gás e Subsídios)
Vale-Gás 2025: Quem Tem Direito, Valor e Como Solicitar
O Auxílio Gás dos Brasileiros, conhecido popularmente como Vale-Gás, é um programa federal instituído pela Lei nº 14.237/2021 e mantido pelo governo Lula com ampliações. Em 2025, o benefício passou por ajustes relevantes:
- Valor do benefício: equivale a 100% do preço médio nacional do botijão P13, calculado com base nos dados da ANP. Em 2025, o montante ficou na faixa de R$ 104 a R$ 120 por parcela, paga a cada dois meses.
- Quem tem direito: famílias inscritas no CadÚnico com renda per capita de até meio salário mínimo; famílias com membros beneficiários do BPC (Benefício de Prestação Continuada); e famílias em situação de extrema pobreza priorizadas pelo Bolsa Família.
- Como solicitar: não é necessário nenhuma solicitação formal. A inclusão é automática para quem já está inscrito no CadÚnico e atende aos critérios. O pagamento ocorre pelo Caixa Tem, no mesmo calendário do Bolsa Família.
- Como manter o benefício: é fundamental manter o CadÚnico atualizado — famílias com cadastro desatualizado há mais de 24 meses podem ser suspensas do programa.
- Número de beneficiários em 2025: o governo federal manteve a meta de atender aproximadamente 21 milhões de famílias ao longo do ano, com dotação orçamentária de cerca de R$ 13 bilhões.
Em Campo Grande/MS, famílias beneficiárias podem adquirir o P13 com desconto por meio de distribuidoras credenciadas ao Gás do Povo, programa estadual que complementa o Vale-Gás federal e tem a Mosko Gás como distribuidora credenciada na capital sul-mato-grossense.
Subsídio de R$ 330 Milhões do Governo: O Que Muda para o Consumidor?
Em 2025, o governo federal anunciou um pacote de subsídios diretos ao setor de GLP residencial no valor de R$ 330 milhões, com o objetivo de conter a escalada de preços e amortecer o impacto dos reajustes da Petrobras sobre as famílias de menor renda. As medidas incluem:
- Subsídio direto às distribuidoras: parte dos recursos é repassada diretamente às distribuidoras nacionais de GLP mediante compromisso de não transferir integralmente os reajustes ao consumidor final por um período determinado.
- Ampliação do Vale-Gás: uma parcela dos recursos é destinada à expansão da cobertura do Auxílio Gás, incorporando novas famílias que aguardavam na fila do CadÚnico.
- Monitoramento de preços: parte do investimento financia a estrutura de fiscalização da ANP e dos PROCONs estaduais para coibir abusos na ponta da cadeia.
Na prática, para o consumidor que não é beneficiário do Vale-Gás, o efeito direto do subsídio é limitado — ele não se traduz automaticamente em redução no balcão. O impacto mais concreto é evitar que os reajustes da refinaria sejam integralmente repassados, funcionando como um amortecedor temporário. Para as famílias atendidas pelo programa, a ampliação significa maior capacidade de adquirir o botijão sem comprometer outras despesas essenciais.
Como Pesquisar e Encontrar o Menor Preço do Gás Perto de Você
Sites e Aplicativos para Comparar Preços de Gás em Tempo Real
A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) é a principal fonte oficial de dados sobre preços de combustíveis e GLP no Brasil. Veja como utilizar as ferramentas disponíveis:
- Portal de Preços da ANP (precos.anp.gov.br): disponibiliza pesquisas semanais de preços de GLP por município, com valores mínimo, médio e máximo coletados em postos e revendas. É a referência mais confiável para saber o que está sendo praticado na sua cidade.
- App Meu Combustível (ANP): aplicativo oficial da ANP para consulta de preços de combustíveis, incluindo GLP, com dados georreferenciados por município.
- Google Maps e buscas locais: ao pesquisar "distribuidora de gás perto de mim" ou "onde vende gás de cozinha mais próximo", o Google exibe revendas com avaliações, horários e, em alguns casos, valores informados pelos próprios estabelecimentos.
- WhatsApp e redes sociais: muitas distribuidoras locais divulgam preços atualizados em seus perfis no Instagram, Facebook e grupos de WhatsApp de bairros — uma forma ágil de comparar sem precisar ligar para várias revendas.
- Sites de comparação regionais: em algumas cidades, portais de notícias locais e plataformas de compras coletivas publicam pesquisas periódicas sobre o valor do gás.
Pesquisas de Preço do PROCON: Como Consultar na Sua Cidade
Os PROCONs estaduais e municipais realizam levantamentos periódicos de preços de produtos essenciais, incluindo o botijão de gás. Em Campo Grande/MS, o PROCON/MS publica dados mensais com os valores praticados por revendas cadastradas na capital. Para consultar:
- Acesse o site do PROCON do seu estado (ex.: procon.ms.gov.br para Mato Grosso do Sul).
- Localize a seção de "Pesquisa de Preços" ou "Cesta Básica".
- Filtre por produto (GLP / botijão de gás / P13) e pelo município desejado.
- Compare os valores e anote o nome das revendas com menor preço para contato direto.
Além das consultas online, o PROCON oferece atendimento presencial e por telefone (0800 ou número local) para dúvidas e denúncias de preços abusivos. Em muitos estados, há também canais via aplicativo e chatbot para facilitar o acesso do consumidor.
Dicas para Negociar o Preço e Evitar Cobranças Abusivas
Negociar o valor do gás é mais comum do que parece, especialmente para clientes frequentes ou que compram em quantidade. Algumas estratégias práticas:
- Seja cliente fiel de uma distribuidora de confiança: revendas como a Mosko Gás em Campo Grande costumam oferecer condições diferenciadas para clientes recorrentes, especialmente condomínios, restaurantes e empresas com consumo regular.
- Confirme o preço antes de fechar o pedido: sempre verifique o valor total — incluindo entrega — antes de confirmar o pedido pelo WhatsApp ou telefone.
- Exija nota fiscal: revendas que se recusam a emitir nota fiscal operam de forma irregular. Além de ser um direito seu, o comprovante garante que o produto tem procedência e o botijão está lacrado.
- Desconfie de valores muito abaixo do mercado: botijões com preço suspeitamente baixo podem ser resultado de adulteração (peso inferior ao declarado) ou de revendas sem controle de qualidade.
- Compare o custo total, não apenas o valor do botijão: algumas revendas cobram taxa de entrega separada. Certifique-se de que o preço anunciado é o valor final.
- Verifique o peso na entrega: você tem o direito de pesar o botijão no momento do recebimento. Um P13 cheio deve conter entre 13 e 13,5 kg de GLP, além do peso da vasilha (tara), que varia entre 8 e 10 kg conforme o fabricante.
Preço do Gás de Cozinha em Outros Tamanhos de Botijão (P13, P20, P45)
O mercado de GLP residencial e comercial no Brasil oferece diferentes tamanhos de botijão para atender desde a família que cozinha em casa até o grande restaurante ou condomínio. Cada formato tem uma faixa de preço e um perfil de uso distinto. Para entender melhor qual o melhor gás de cozinha para o seu perfil de consumo, vale conhecer as características de cada vasilhame.
- P13 (13 kg): o botijão residencial mais comum. Valor médio nacional em 2025: R$ 100 a R$ 145. Dura em média de 30 a 60 dias em uma residência com 4 pessoas, dependendo dos hábitos de cozinha.
- P20 (20 kg): utilizado principalmente em empilhadeiras, aquecedores industriais e alguns estabelecimentos comerciais de pequeno porte. Faixa de preço: R$ 160 a R$ 210. Não é indicado para uso residencial convencional.
- P45 (45 kg): botijão de uso comercial e industrial, muito presente em restaurantes, padarias, condomínios e lavanderias. Faixa de preço: R$ 350 a R$ 480, dependendo da região e da distribuidora. Em Campo Grande, a Mosko Gás atende esse segmento com entrega programada e contrato de fornecimento.
- P190 e granel: destinados a grandes consumidores industriais e condomínios com central de GLP. O abastecimento é feito por caminhão-tanque e o valor é negociado por contrato, geralmente abaixo do preço unitário do P45.
Vale a Pena Trocar o Botijão de 13 kg por um Maior? Comparativo de Custo
Migrar do P13 para um botijão maior só faz sentido econômico em contextos específicos. Veja a análise comparativa:
- Custo por kg de GLP no P13: com valor médio de R$ 120, o custo por kg fica em aproximadamente R$ 9,23/kg.
- Custo por kg de GLP no P45: com valor médio de R$ 410, o custo por kg fica em aproximadamente R$ 9,11/kg.
A diferença de custo por kg entre o P13 e o P45 é pequena — menos de 2% — para o consumidor final. O ganho real ao migrar para o P45 está na redução da frequência de troca, no menor custo de entrega por ciclo e na praticidade operacional — vantagens muito mais relevantes para restaurantes, padarias e condomínios do que para residências.
Para uma família que consome um P13 por mês, a mudança para o P45 não se justifica economicamente e ainda traz riscos de segurança caso o armazenamento doméstico não seja adequado. Já para um restaurante que utiliza três ou mais P13 por semana, a migração para o P45 ou para um sistema de central de GLP em bateria representa economia logística e operacional relevante. Nesse caso, vale conversar com a distribuidora local sobre condições de fornecimento regular com contrato.
FAQ
Qual o preço médio do botijão de gás de 13 kg no Brasil em 2025?
Em 2025, o valor médio nacional do botijão P13 (13 kg) oscila entre R$ 100 e R$ 145, com média ponderada em torno de R$ 118 a R$ 122 nas principais capitais, segundo dados da ANP. As regiões Norte e Nordeste tendem a registrar valores mais elevados em função dos custos logísticos, enquanto capitais do Sul e Sudeste apresentam patamares ligeiramente mais baixos.
Por que o preço do gás de cozinha é diferente entre revendas?
O valor do gás não é tabelado ao consumidor final. Cada revendedor define sua margem com base em custos de frete, volume de compra junto à distribuidora nacional e nível de concorrência local. Estabelecimentos com frota própria, maior escala e estrutura operacional enxuta conseguem praticar valores mais competitivos. Diferenças de R$ 10 ou mais entre revendas da mesma cidade são comuns e decorrem diretamente dessas variáveis.
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